Num dia triste, melhor lembrar da alegria

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Não há o que comentar sobre o ataque raivoso de um louco contra crianças, um dia triste, para chorar.
Mas fugindo de tantos dramas relatados, com pormenores à exaustão, uma rápida notícia foi um alento: hoje Mussum faria 70 anos. Claro que todos ficaram mais tristes sem ele, mas lembrá-lo me faz voltar para a época em que era permitido rir de tudo.
Não havia o polticamente correto e não havia fanáticos executando estudantes.

Bolsonaro - Se fosse só ele…

A declaração absurda do deputado Bolsonaro em resposta à pergunta de Preta Gil no CQC mobilizou as opiniões dessa semana com declarações extremistas dos dois lados, truculentos conservadores e liberais indignados.

Não é possível no mundo atual admitirmos declarações estapafúrdias de quem deve ler Mein Kampf no banheiro. Mas me causa mais surpresa ver a quantidade de mensagens em defesa do deputado, de pessoas que exercem atividades representativas na sociedade, alguns são profissionais liberais que não podem ser chamados de ignorantes por falta de acesso à educação.

O mesmo aconteceu na ocasião em que o funcionário público do Banco Central resolveu que tinha o direito de atropelar uma manifestação ciclística. Não foram poucos os que se posicionaram em sua defesa nas redes sociais, com frases de apoio esdrúxulas, míopes e calhordas.

É com tristeza que me deparo com tantas pessoas defendendo o que é inadmissível, muitas vezes jovens que nasceram num país democrático em que a grande maioria colocou um operário no poder, que nunca viveram um dia de ditadura, que não precisaram sair às ruas para gritar pelas “Diretas Já”, que ganharam um mundo completo com internet e TV à cabo e não sabem o que fazer com tanta informação. Garotos que nunca trabalharam para calçar um Nike e que falam mal do país, preferindo ter nascido em outro lugar.

Claro que é uma minoria. Mas Bolsonaro foi eleito várias vezes, sendo regiamente pago com os nossos impostos, porque está representando uma boa parcela da população.

Faz parte da democracia conviver com as diferenças, mas fico me perguntando como ideias retrógradas continuam latentes em tantas cabeças e o pior, tão jovens.

Milestone com Android 2.2

A Motorola finalmente liberou nesta sexta-feira a versão 2.2 do Android para os donos do Milestone.
Com o novo sistema, o que era bom ficou muito melhor. O teclado touch screen ganhou mais conforto e precisão, facilitando muito a inserção de textos, contando ainda com um sistema de correção automática, facilitando a acentuação e corrigindo erros de digitação.
Uma outra novidade é o sistema de reconhecimento de fala que serve para inserir comandos e também para escrever. Não chega a ser muito preciso, exige boa pronúncia e fala pausada, mas entende 80% bem. O recurso está disponível também para fazer pesquisas no Google. Não estranhe se vir pessoas falando com máquinas daqui pra frente, o sistema pode evoluir bastante e logo estará mais funcional.
Alguns recursos ficaram mais estáveis, como o YouTube. Também percebi uma melhora em relação ao Wi-fi e ao Bluetooth.
Pena que foi a última atualização oficial da Motorola para o aparelho, logo sua produção será descontinuada e somente o Milestone 2 receberá alguma atenção.
Esse post foi totalmente escrito no Milestone, mostrando o avanço. Antes limitaria-me a uma frase no máximo.

A Tyrrell de seis rodas

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Houve um tempo em que a Fórmula 1 era mesmo um laboratório livre para buscar soluções para alcançar mais velocidade. Das pranchetas saíram carros com efeito asa, com turbina e, talvez o mais estranho, um carro de seis rodas.

Projetado por Derek Gardner com a intenção de conquistar mais aderência nas rodas dianteiras para conseguir mais performance nas curvas, o Projeto 34 como ficou conhecida a Tyrrell de 1976 não alcançou grandes resultados, principalmente pela falta de desenvolvimento dos pneus pela Goodyear e acabou virando história, pois depois disso o regulamento obrigou que fossem construídos apenas carros com quatro rodas.

A Hot Wheels lançou a Tyrrell P34 na coleção 2010, mas como tudo chega aqui com certo atraso, somente agora os modelos estão sendo encontrados nas prateleiras, por isso, corram para garantir o seu, pois logo será mosca branca e estará apenas nas mãos dos colecionadores. Já garanti as minhas, em duas versões, uma azul com detalhes em amarelo e outra branca com detalhes em azul.

Blogando pelo Android

Mobilidade! Agora com um novo aplicativo, posso postar no blog de qualquer lugar usando meu Android no Milestone.
Claro que não serão textos longos, mas pelo menos vou poder fazer comentários mais rápidos sobre o que acabei de presenciar. Reflexões mais longas só quando estiver no conforto do teclado normal.
Abração.


Sempre há tempo

Não há muito o que comentar, as imagens falam por si. Mas fique à vontade para registrar suas emoções…

Lenovo x100e – ótima compra

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Depois de muita paquera, visitando-o quase que diariamente na página do Carrefour, finalmente me decidi pela compra do meu Lenovo Thinkpad x100e, um notebook pequeno e eficiente, com vários atrativos para quem adora tecnologia, como o Windows 7 Professional original, hardware robusto, tela de led, teclado confortável e à prova de líquidos, bateria com boa duração e mais algumas outras atraentes particularidades. Como explorei as informações disponibilizadas pelos compradores anteriores, acho razoável colocar também as minhas impressões para ajudar outros interessados.

Comprar pela Internet é sempre um tiro no escuro por mais que se pesquise opiniões de quem já comprou, porque simplesmente não dá para experimentar nas mãos, sentir como o teclado se comporta, ver a qualidade da tela, sentir o peso e tudo mais. Por outro lado, já me decepcionei com um produto que comprei numa prateleira de supermercado, depois de apertar muito seus botões e pensar que seria uma boa compra. Outro contratempo da compra online é ter que esperar o processo de entrega e torcer para que o transporte não sofra qualquer problema como assaltos ou enchentes, a fim de não adiar ainda mais a entrega. Tive que esperar 10 dias, não sei por qual motivo demoraram tanto para despachar minha compra e, no último dia previsto, uma tempestade dilatou o prazo para a manhã do dia seguinte.

Ao abrir o pacote, o primeiro impacto foi a qualidade do teclado, com toques suaves e precisos, encaixando perfeitamente nas mãos, apesar do tamanho menor que a média dos notebooks. O acabamento em preto fosco aponta que é uma ferramenta de trabalho, sem frescuras com brilhos e detalhes bonitinhos que se estragam facilmente com o uso. A tela com uma ótima resolução e vários níveis de luminosidade agrada aos olhos. Os programas Lenovo instalados são leves e eficientes, nada daquela tonelada de softwares inúteis que costumam acompanhar computadores de grandes fabricantes. Pena não ter vindo um MS Office Starter, seria melhor que a versão trial do MS Office 2007. Quando terminar os 60 dias, instalo uma versão de estudante, disponível nas prateleiras por R$199.

Para proteção, instalei um pacote Panda que ganhei de brinde numa compra anterior, mas estranhamente a performance caiu muito, mesmo depois de várias tentativas de configuração. Perdi a paciência e optei por desinstalar tudo e ficar só com Microsoft Security. Tudo voltou a funcionar bem e rápido, incluindo a aparência cheia de transparências e transições de wallpapers.

A quantidade de atualizações do Windows Update foi assustadora, com muitos megabytes de arquivos baixados e instalados, um problema para quem está ansioso para experimentar o novo brinquedo.

Com todos os sistemas básicos funcionando bem, resolvi experimentar o Bluetooth, recurso que não existia no meu notebook anterior e que não funcionava bem com aquele acessório de encaixar na USB. Foi difícil encontrar algum programa que habilitasse a conexão, a única pista era a existência de um software entre as opções de aplicativos a serem desinstalados. Manual de instruções? Esqueça! Como todos os materiais impressos que estão acompanhando os novos produtos, é inútil. Como já não é minha primeira máquina portátil, resolvi apelar para o teclado, tentando adivinhar os significados dos ícones da função Fn. Achei que o F5 pudesse ser útil e me dei bem, abriu um aplicativo com opções para interface sem fio, dando a chance de habilitar o Bluetooth. Feito isso, o sistema passou a instalar os drivers para o reconhecimento do hardware e tudo ficou mais fácil, bastou seguir os procedimentos do Windows para configurar o emparelhamento com meus celulares, MP4 e fone de ouvido. Testei bastante ouvindo músicas e me comunicando pelo Skype, perfeito, sem cortes.

O Wi-Fi, segundo dizem, capta até pensamentos. Exageros à parte, o sistema é bastante eficiente, funcionando nos padrões b, g e n, ou seja, conecta-se com qualquer tipo de roteador wireless com um ótimo nível de recepção. Na minha conexão doméstica atingiu velocidade máxima de download, taxa que antes só tinha conseguido alcançar com o cabo. Em outros lugares tive sempre conexões estáveis. Um bom atrativo é o software de gerenciamento de conexões sem fio da Lenovo que mostra visualmente os pontos de acesso disponíveis num gráfico parecido com o sistema solar, onde o computador fica no centro e os pontos de acesso nas órbitas, indicando as distâncias e os níveis de sinal.

Escrevendo esse texto, experimento a digitação no teclado, até agora, aprovado com louvores, um dos melhores teclados com que trabalhei, com respostas precisas e sem erros de posicionamento, possibilitando trabalhar por horas sem cansar. Teclado pode ser apenas um detalhe para a maioria das pessoas, mas para mim, formado na época da datilografia, usando todos os dedos para produzir textos, uma boa ergonomia é fundamental. Algumas teclas do x100e estão em posições invertidas, característica que parece ser comum na linha Thinkpad, como a inversão dos botões Ctrl e Fn, o reposicionamento do botão Delete e do botão de interrogação, nada que atrapalhe, mas que exige de um tempo de treinamento.

O Trackpoint, aquele mini joystick vermelho no meio do teclado, pode causar algum estranhamento, mas como já havia tido a oportunidade de trabalhar com um velho notebook IBM, gostei da presença do recurso. Com um pouco de prática, não demora a ser o preferido para movimentar o cursor. O Touchpad tem boa sensibilidade, não decepciona, mas comparando com outros que experimentei, perde para o acessório da linha HP, mesmo trazendo um recurso legal como a possibilidade de movimentação do zoom da tela, repetindo os movimentos de extensão dos dedos indicador e polegar, já aprendidos nos celulares com telas sensíveis, como o iPhone.

As três portas USB são suficientes, uma delas é energizada, ou seja, quando o equipamento estiver desligado, mas ligado na fonte, a entrada pode ser utilizada para carregar outros equipamentos, uma boa solução para quem sofre com poucas tomadas ou não tem um carregador USB disponível. Uma entrada para fone com microfone, típico de celular, elimina a entrada de microfone externo. Entrada de rede, e adaptador de cartão de memória completam as conexões laterais. Na parte de trás, entrada para fonte e saída de vídeo comum para projetores, ficando de fora uma saída HDMI, obrigatória nos equipamentos modernos.

O fabricante indica uma duração máxima de 5 horas da bateria. Claro que não esperava isso na prática, provavelmente a bateria de 6 células só dura tudo isso com a tela no mínimo de luminosidade e sem estressar o processador, mas no primeiro teste, com uma luminosidade intermediária e confortável, com Wi-Fi e Bluetooth ligados, deu pra chegar num bom tempo de 3 horas longe da tomada. Um indicador na barra indica o tempo restante, além do nível de carga, ajudando a um planejamento de uso.

Como nos netbooks, não existe uma gaveta de mídia óptica, assim, não é possível assistir DVDs. Mas claro que isso deixa de ser um problema se os discos se transformarem em imagens (.iso) em outros máquinas para serem acessadas por pendrives através de uma rápida instalação do software gratuito Daemon Tools.

O Lenovo x100e oferecido por menos de R$1000 e em promoções por cerca de R$800 é uma excelente opção de compra, pois trata-se de um hardware com muito mais qualidade que a média de produtos oferecidos nessa faixa de preço, além de ser o único com Windows 7 Professional. Tem um bom tamanho, intermediário entre netbooks e notebooks, além de leve, tornando-se uma ótima opção de equipamento para ser carregado o tempo inteiro na mochila e que acaba se transformando na sua máquina principal, aposentando aos poucos o desktop doméstico que fica necessário apenas para acessar cd’s e dvd’s.

Tudo na nuvem

Google Cloud Connect - Basta uma conta no Google para armazenar os arquivos

Sabe aquele trabalho que você está escrevendo em casa e que esqueceu de salvar no seu pendrive para contnuar no escritório ou quando estiver parado no trânsito? E aqueles arquivos que você já alterou em tantos computadores diferentes e que já não consegue identificar qual a última versão?

Uma boa idéia seria tê-los guardados num único espaço para acessar de qualquer lugar. Faz tempo que alguém já teve essa ideia, mas só a pouco tem sido disponibilizada gratuitamente para usuários comuns.

O foco do Google tem sido agregar aplicativos e disponibilizá-los junto com espaço de armazenamento, apostando no que está sendo conhecido como nuvem, onde todos os arquivos pessoais deixam de ser locais para ficarem arquivados nos servidores da internet, podendo ou não ser compartilhados. Nessa semana lançou o Google Cloud Connect for Microsoft Office, um aplicativo que ao ser instalado cria uma opção dentro do MSOffice para facilitar a sincronização dos dados com a internet.

Quem tem celular com Android já sabe como essa integração funciona e muito mais está por vir com o Chrome OS.

A Microsoft também enxergou a tendência e já disponibiliza o serviço Windows Live Skydrive para que os usuários possam armazenar seus arquivos e editá-los em uma versão online do pacote Office.

Alguns irão dizer que pode não ser tão seguro manter esses arquivos na rede. Claro que é preciso tomar cuidados com senhas, mas todos já se acostumaram a adotar hábitos de segurança. Penso que é mais inseguro colocar um pendrive de 4Gb de dados no bolso e deixá-lo mergulhar dentro da máquina de lavar ou simplesmente correr o risco de perdê-lo. Os HD’s já provaram que não estão isentos de pane, quem já viu informações importantes desaparecerem sabe bem disso. Meu maior medo, hoje em dia, não é ter meu notebook roubado, mas imaginar meus dados perdidos ou, pior, nos olhos dos bandidos.

Há também uma necessidade de infraestrutura. A ideia só funciona bem quando se tem internet disponível e a realidade atual ainda está distante do que se deseja, mas se lembrarmos que em pouco tempo a maioria das pessoas acessava internet por modem discado, não é difícil imaginar que em pouco tempo teremos pontos sem fio de alta velocidade espalhados em todos os cantos.

Desaparece também a necessidade de espaços cada vez maiores de armazenamento. Por que gastar dinheiro trocando de computador a cada ano? Sem precisar instalar softwares pesados, já que os principais aplicativos também funcionam na nuvem, qualquer netbook com um teclado confortável e um monitor razoável dá conta das necessidades básicas.

Mas talvez esteja aí o grande problema da idéia, já que vai contra a ordem do mercado que nos faz consumir novos equipamentos a cada dia. No entanto, considerando a criatividade da indústria, não demorará a nos convencer que temos novas necessidades e que precisaremos gastar em novos produtos.

Eu consegui!!

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Sabe aqueles desafios secretos que fazemos para nós mesmos e vamos protelando por anos a fio, tanto que chegamos a duvidar que um dia seremos capazes de cumpri-los?
Não falo de grandes desafios como encontrar a cura do câncer, mas desafios que parecem pequenos para a imensa maioria da humanidade e que têm uma importância muito particular.
O meu era conseguir chegar ao trabalho de bicicleta. Uma moleza para qualquer um, mas para mim, muito acima do peso, uma empreitada comparada a chegar à lua.
Tá! Nem tanto…
Mas bem difícil já que tenho de conciliar um monte de tarefas, sempre com pouco tempo, e que só consigo cumprir acelerando meu carro.
Além do tempo apertado, também preciso uma certa preparação pois geralmente numa atividade física meus poros expelem litros de suor, complicando qualquer contato social que não seja precedido de um bom banho frio.
Mas hoje, depois de ter acordado às 4h20 para pedalar e não ter conseguido, decidi que seria o dia.
Depois de um tempo em que a gente pega o ritmo de uma atividade física, é muito difícil viver sem ela. O corpo pede pelo movimento, passamos a ser dependentes da endorfina produzida com o exercício aeróbico. Então, esse vício positivo faz a gente tomar decisões nem sempre sensatas.
Estava atrasado, o horário de almoço foi corrido, meu filho demorou para sair da escola, cheguei tarde em casa e mesmo almoçando muito rápido não consegui me adiantar para cumprir minha decisão. Minha consciência gritava que não seria possível, ainda assim, vesti meus shorts e uma camiseta velha, juntei uma trouxa com toalha e roupas para troca, montei na bike e saí pedalando, antes de ter tempo de me arrepender.
Não demorou para me dar conta que tinha feito uma burrada. O calor estava intenso, a luz do meio-dia não deixava sombras, mas a única solução era encarar. E encarei. O trânsito de carros estava uma loucura, todo mundo apressado, atravessando a ciclovia sem escrúpulos. Muitas outras bicicletas disputando espaço, umas mais rápidas, outras mais lentas. Pessoas invandindo… Para quem se acostuma a pedalar nas madrugadas vazias, com muito ar fresco, encarar a ciclovia no início da tarde é como desafiar o caos.
Depois de um tempo de pedal, numa subida amena, encontrei-me diante do meu Everest, uma altura desafiadora até para os magrinhos em suas leves bikes com trocentas marchas. Avancei o quanto pude e tive que desmontar. Empurrei. O relógio já denunciava o meu atraso, era preciso apertar o passo, mas como? Onde foi parar o oxigênio? Estava me sentindo uma jamanta carregada subindo a serra do mar. Uma sombra sob uma árvore virou um oásis. Parei, respirei por dois minutos e continuei. Quando atravessei a pé a parte mais difícil, montei na bike e segui até a entrada do prédio, feliz com meu desafio vencido, gritando para quem pudesse ouvir: “eu consegui!!”. Não é todo dia que a gente tem essa sensação.
Muito suado, ergui os braços comemorando a minha vitória. As pessoas em volta se contagiaram com minha alegria. Lembrei da famosa cena com o Rocky Balboa vencendo a escadaria, pena que faltou o embalo da trilha sonora.

Lindo amanhecer

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Nesse final de semana, depois de tanta chuva em janeiro, resolvi aproveitar o último final de semana de férias, com o sol disposto a brilhar durante todo o período.

Não fui o único, claro. A idéia também pareceu boa para muita gente, então tive que me conformar com o trânsito lento, parando por mais de 2 horas na estrada.

O calor no sábado foi intenso, daqueles que sufocam. A umidade da Juréia não ajuda, o corpo fica o tempo inteiro melado de suor. Dormir parecia uma tortura, o ventilador só movimentava o ar quente. No meio da madrugada uma tempestade assustadora fez os sonhos ganharem um clima de terror, com os fortes barulhos de trovão e os flashs dos relâmpagos, mas foi uma dádiva respirar o novo ar, lavado, fresco e perfumado.

Então veio o amanhecer… Fez tudo valer a pena! Um momento mágico, daqueles que a gente raramente consegue observar. O sol brilhando no horizonte, as árvores ganhando os primeiros raios, animando os pássaros que responderam com uma linda sinfonia, rara em qualquer cidade.

Registrei, claro, não podia deixar passar. Compartilho uma foto do espetáculo com vocês.

Angry Birds – cuidado, vicia!!

 

Assista o trailer para ter uma boa idéia de como funciona esse viciante game.

Adoro videogames, isso não é novidade, mas tirando Tetris e seus filhotes, dificilmente me encanto por games com estruturas aparentemente simples. Prefiro dedicar horas decifrando uma fase de um bom game do PS3 a me perder num simpático game de “cata tomate”.

Por isso nunca fui muito simpático aos games de celular, só abri mão desse tipo de diversão quando já tinha lido pela enésima vez a mesma “Caras” do consultório dentário.

Não faz muito tempo que ouvi falar de Angry Birds, uma espécie de febre no iPhone e soube que estava disponível gratuitamente no sistema Android. Por que não experimentar? Até então, meu Milestone só tinha recebido um difícil game de xadrez.

Quando botei o game para rodar, levei um susto com a qualidade dos gráficos que apareceram na tela, totalmente em HD, muito melhor que um desenho animado, nunca vi detalhes tão legíveis numa tela pequena.

Não é preciso se apertar com botões, a jogabilidade explora a tela touch, tornando a interação com o game pra lá de interessante, pois dá uma ótima sensação de interagir com os personagens simplesmente tocando sobre eles.

A mecânica é incrívelmente simples e viciante, basta lançar através de uma atiradeira diferentes tipos de pássaros, cada um com habilidades distintas para destruir uns porcos que estão protegidos por construções engenhosas feitas de placas de vidro, madeira e pedra. É preciso calcular com cuidado o ângulo de lançamento e a tensão do estilingue, além de explorar a característica de cada tipo de pássaro tocando sobre ele durante o vôo. Para destruir as proteções e atingir os porcos o jogador precisa calcular os efeitos da destruição, formando combos, por exemplo, às vezes é preciso derrubar uma pilastra para atingir uma pedra que rolará e derrubará uma placa sobre um porco e, para acertar essa primeira pilastra, talvez seja preciso desviar de um outro grande obstáculo. Deu para entender? Parece simples, mas a cada nível a dificuldade aumenta, instigando o jogador a vencer um novo desafio.

Ter Angry Bird instalado no celular já justifica a compra de um smarthphone com Android, fora todas as outras incríveis possibilidades que esse aparelhinho mágico oferece.

A partir de agora, vou agradecer quando puder esperar mais um pouquinho. Está com pressa? Pode passar na frente!

Fim de férias, sobrou a madrugada

Acabaram as férias e o tempo livre para andar de bike durante o dia. A solução é encontrar um outro horário e, para mim, a única solução foi acordar mais cedo para pedalar, vencendo a preguiça com ainda mais força de vontade.

O despertador berrou às 5h, mas a tentação da preguiça fez com que eu esperasse só mais um pouquinho e, quando dei por mim, já marcava 5h25. Vinte e cinco minutos que passaram muito rápido, literalmente num fechar e abrir de olhos. Pensei em desistir, tentando imaginar que seria possivel encontrar uma alternativa de horário, mas minha bexiga me obrigou a levantar.

Água fria no rosto para despertar, duas bananas e um copo d’água me colocaram disposto. Saí com a francesa na rua escura, garantindo o celular, cópia do documento, uns trocados e as chaves de casa em sua bolsa de quadro. Acendi as lanternas e ganhei a rua.

Logo deu pra sentir o ventinho frio da madrugada, a primeira reação foi pensar que poderia ter me agasalhado melhor, mas logo desisti com a certeza que iria esquentar bem rápido. Cheguei na ciclovia e apontei para a direção de uma subida falsamente leve, no sentido para o interior do bairro, logo cruzando com outros ciclistas a caminho do trabalho. Ao contrário do que a maioria imagina, nesse horário as pessoas que estão nas ruas são as trabalhadoras. Malandros, ladrões e assaltantes não costumam acordar tão cedo, por isso me sinto muito mais seguro.

Venci a subida e alcancei uma linda praça, mas que na escuridão perde muito do seu encanto. Um vulto num banco me alertou, mas percebi rapidamente que era um aposentado esticando as pernas num alongamento. Sigo, com um pouco mais de subida. Dessa vez não sinto as pernas queimarem e me entusiasmo, mas ao passar em frente a um batalhão de polícia, lembro que é preciso ter cautela e resolvo dar meia volta, afinal, vai que algum malandro tenha caído da cama…

Encosto, desligo a lanterna dianteira para economizar as pilhas e engato o dínamo. Descer livremente embalado pela inércia de uma bicicleta é uma das sensações mais gostosas que existe, com o vento fresco batendo por todo o corpo e aquele barulhinho gostoso da roda girando livremente. Apoiado sobre os pedais, jogando o corpo para trás para aliviar as pancadinhas na roda dianteira quando passo pelos desníveis, tenho a sensação de completo domínio sobre a bike.

Mas é preciso ter cautela e não deixar os aros 28 tão livres, pois ganham velocidade muito fácil, melhor manter os dedos nas alavancas de freio. Mais umas pedaladas num trecho plano, o movimento de pessoas aumenta, apressadas em direção aos pontos de ônibus. Olhares dos que chegaram antes do coletivo apontam para mim, penso que por causa do farol à dínamo, incomum e que desperta lembranças do passado no interior sem luz elétrica.

Mais uma descida, um pouco mais forte, com cruzamentos mais largos, ainda vazios, sem concorrência na luz verde. Galhos baixos de árvores raspam pela cabeça, mais um pouco e chega o final da ciclovia, beirando a Dutra. Melhor voltar, desengatar o dínamo, acender a lanterna e encarar a subida de volta.

Estou atrasado, mas num certo momento, durante o esforço do retorno, noto o sol no horizonte. Páro e observo.

Chego em casa, com um sorriso enorme, uma sensação de extremo prazer, me perguntando por que demorei tanto pra fazer isso.

publicado nos meus blogs: bikeurbana.wordpress.com e blogdovelhao.blogspot.com

Chico Anysio – O humor está mal

Chico na sua melhor forma

Chico Anysio foi por muitos anos uma das principais referências do humor na TV brasileira. Como esquecer sucessos como Chico City, Escolinha do Professor Raimundo, Chico Total e seus mais de 200 personagens? Lembro ainda das suas participações nos primeiros anos do Fantástico onde fazia stand up comedy, séculos antes de virar moda.

Envelheceu. Muitas vezes ficou chato, com opiniões impopulares, como sua posição contra os movimentos ecológicos, declarada numa entrevista ao Jô. Seu humor ficou desgastado e perdeu espaço na programação. Adotou um tom amargurado e afastou-se.

Está lutando por sua saúde e os boletins não são animadores. Sua perda pode não ser tão sentida pelos mais jovens que não guardam lembranças da sua melhor fase, mas para quem acompanha a maior parte da história da TV brasileira, a falta de Chico será impactante.

Torço por sua recuperação.

Hoje deu pedal

Bicicleta

Amanhã fará uma semana com minha Elops 3 e, apesar da chuva, consegui pedalar bastante nos momentos em que a água parava de cair.

Incrível como nosso corpo muda com o exercício. Hoje consegui pedalar por uns 20Km sem ficar muito comprometido e se não fosse a ameaça da chuva, teria pique para pedalar por pelo menos mais 10Km. Pouco para quem está acostumado, mas para quem estava a anos completamente parado, andando de carro para ir até a padaria, considero uma evolução e tanto.

As pernas já estão mais habituadas ao movimento, os músculos ardem menos. O assento ainda dói, mas nem tanto, dá pra aguentar, basta movimentar um pouco mais e subir nos pedais quando passar pelas depressões.

Com menos dor, mais prazer. É indescritível a sensação de liberdade que a bicicleta proporciona, com vento batendo, som ambiente e cenário passando mais devagar pelos olhos.

O maior problema é a atitude dos motoristas. Os idiotas acham que por estar num carro têm o direito de desrespeitar todos os outros. Acho que mal enxergam os ciclistas. Nas conversões, atravessam e ficam parados na faixa da ciclovia, como se tivessem o direito de estar ali. A solução é reclamar, dou um trim-trim de longe e aponto a ciclovia, alguns tentam abrir espaço, outros idiotas dão risada e mal se mexem. Devia haver multa para tamanho desrespeito. Imagino o que seria se estivesse pedalando na rua.

Os pedestres também atrapalham, duro é desviar de casais que caminham pela ciclovia fechando todo o espaço, tão distraídos um com o outro que mal ouvem o “dá licença” ou o trim-trim. Temi por um casal de velhinhos.

Mas não se pode ter tudo. Motoristas babacas e pedestres distraídos na ciclovia fazem parte do trânsito e devem ser encarados apenas como dificuldades. O importante é manter o alto astral, a educação e ter uma atitude cortês, pois o prazer de pedalar é mais importante.

Se você está como eu estava, saia dessa, venha pedalar. Garanto que vale a pena.

Saudade do sol

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Praticamente todos os dias de férias dentro de casa, me escondendo da chuva. No começo foi uma delícia, dormindo muito e me divertindo com videogame e, depois, quando o tempo melhorou pelas manhãs, com um lindo sol até o meio-dia, deu uma animada, com direito a uns passeios de bicicleta.

Mas agora, depois de dois dias com chuva durante todo o tempo, não dá mais. Chega a dar depressão. Tá bem chato isso.

Michael Jackson no Wii

Tá, o cara era esquisito. Mas quem nunca balançou com suas músicas?

Acabo de experimentar o game “Michael Jackson The Experience” no Wii e me diverti bastante. O esquema é simples, mas empolga.

Na tela os dançarinos apresentam a coreografia dos grandes sucessos do ídolo pop, com a mão esquerda brilhando com a famosa luva de brilhantes, cabendo ao jogador repetir os movimentos, com o controle do Wii representando a mão da luva.

Não é necessário dançar perfeitamente, basta acompanhar os movimentos da mão, mas mesmo assim não é fácil, como toda dança é preciso manter o ritmo e a sincronia. Claro que é uma brincadeira e por que não se divertir tentando dançar?

Para quem está escondido em casa por causa da chuva, não tem coisa melhor, abra espaço na sala e tente alcançar um “perfect” dançando Thriller, a família inteira vai adorar.

Minha amiga bicicleta

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Adoro pedalar. Pelo menos adorava por toda a minha infância, adolescência e começo da fase adulta, quando um acidente me nocauteou por um tempo e o conforto do carro passou a ser uma realidade.
Minha querida Caloi 10 foi roubada, comprei outra, uma Caloi 12, que permanece guardada como nova até hoje, depois de 20 anos. Cresci. Para os lados! Fiquei incompatível com minha bike.
A alguns anos tentei voltar. Comprei uma Barra Forte usada. Era boa, mas muito pesada, sem marchas, desanimava quando pensava em encarar uma subida. Vendi para a faxineira depois do tanto que ela insistiu.
Tentei outra, uma Caloi 100, leve, toda em alumínio, com pneus largos e 21 marchas. Mas quem mede mais de 1,85m e pesa mais de 100Kg não consegue ficar confortável numa bicicleta tão pequena. Pedalando do alto do selim me sentia completamente inseguro, como se estivesse num monociclo de circo, daqueles bem altos, com o palhaço se equilibrando sobre uma pequena roda. Meu corpo se projetava para a frente, jogando o peso para os braços apoiados no guidão, fazendo doer, além do assento, os punhos.
A indústria nacional de bicicletas tem problemas. Chegaram à conclusão que é mais barato fabricar bicicletas de tamanho único, como se todo ciclista medisse 1,70m e pesasse menos de 90Kg. Bicicleta no Brasil é feita para criança ou para quem não pode pagar a condução, pelo menos essa é a visão que nos fizeram acreditar, para privilegiar a indústria automobilística. Quem quiser encarar a bicicleta como esporte poderá gastar mais com as importadas, específicas para a prática na estrada ou nas montanhas.
Pessoas comuns, acima do peso, com medidas fora do padrão devem se conformar. A solução mais fácil é desistir.
Foi o que fiz, desisti. Não gosto de fazer exercícios, detesto muito suor e dores. Caminhar é um sacrifício. Correr? Nem pensar! Natação… Não me sinto confortável num reservatório de água onde algum velhinho que faz hidroginástica deixa escapar um xixi. Além de sempre ter um engraçadinho reparando nas adiposidades alheias. Academia… Não é comigo. A idéia de ficar confinado num lugar fechado, abafado, com um monte de gente fedendo a suor chega a me dar náuseas. Me desculpem o machismo, mas também não acho legal a idéia de dividir vestiários com os “mocinhos” narcisistas admirando-se nos espelhos.
Mas é preciso ficar saudável. Não me atiro tanto sobre as besteiras, procuro manter uma alimentação adequada, com fibras, como a TV recomenda, mas não dá para virar comedor de alface de um dia para o outro. Meu problema não é a comida, mas o sedentarismo. Há anos não pratico uma atividade física regular. Preciso fazer alguma coisa, antes que a conta chegue, tão alta que eu não consiga pagar.
Há pouco fui a uma loja da Decathlon, recém inaugurada na cidade. Encontrei uma bicicleta certa para o meu tamanho, com um quadro grande, rodas aro 28, bastante robusta, equipada com todos acessórios que deveriam ser obrigatórios nas bicicletas nacionais: páralamas, buzina, cesto, farol com dínamo, refletores, luz traseira, bolsa… Um sonho. O vendedor indica que a bicicleta, Elops 3 da B’Twin, é importada da França e que tem garantia de 5 anos para o quadro e 2 anos para as peças, algo impensável até para a melhor Caloi que só é garantida por 6 meses.
O preço é salgado. Penso, volto num outro dia e resolvo experimentar, dou uma volta entre as prateleiras da loja e logo percebo que é a minha bike, precisa, confortável, com um movimento de pedal delicioso. Volto para pensar em casa, afinal, uma compra dessas precisa ser feita com consciência para que não seja mais um entulho no quintal. Resolvo, me comprometo.
Pedalei com a bike da loja até em casa. Doeu tudo, principalmente a bunda. Achei que não conseguiria sentar novamente.
Hoje, fiz o primeiro passeio oficial, senti as pernas queimando numa subida mais íngrime, mesmo com a marcha mais leve. Sofri e não desisti, fui mais longe, cheguei ao limite para não ficar quebrado no dia seguinte. Mas me diverti, muito, com o vento batendo gostoso numa descida.
Espero ter força de vontade para continuar, até que não precise mais de um selim tão macio e que as pernas peçam por uma marcha mais rápida. Quem sabe até chegar ao ponto de resgatar minha Caloi 12 da poeira e ganhar as estradas.

Kombi Corujinha no Gran Turismo 5

Top Gear Test Track

Sou apaixonado por Kombi Corujinha, acho que a Volkswagen está perdendo a chance de vender muito ao deixar de reeditar a mais bela das peruas, como já fez com o Fusca e o New Beatle. Não seria legal ver uma Corujinha totalmente remodelada e modernosa andando pelas ruas?

Nesse natal, entre outros queridos presentes, ganhei o game Gran Turismo 5, um dos melhores games do corrida já produzidos, apesar de alguns detalhes que não agradaram tanto. Bonito foi ver a Corujinha como um carro Premium, ou seja, totalmente modelado, incluindo o painel e o visual interno, possibilitando pilotá-la com a visão do motorista, com detalhes de espelhos, buzina e limpador de pára-brisa.

A foto foi tirada pelo próprio jogo num instante do replay, quando fazia uma ultrapassagem com a vermelhinha. Dá pra ter uma noção de o quanto o game é perfeccionista no visual?

Pai nas férias – pneus de bicicleta

Quem gosta de encher pneus de bicicleta? Como há louco para tudo, acredito que deve ter alguns viciados nessa modalidade, quem sabe até com comunidade no Orkut, mas acredito que a grande maioria odeia fazer isso.

Não é à toa que as magrelas ficam encostadas naquele cantinho da garagem, muitas vezes por anos a fio, esperando um avô paciente ou algum tio mais animado para ajeitá-las no carro para dar um capricho no posto de gasolina mais próximo, mesmo assim, não é raro voltarem com os pneus estourados porque simplesmente poucos sabem enchê-los com tanta pressão.

O problema é que ninguém tem uma bomba de ar que realmente funcione. Antigamente quando comprávamos uma bicicleta nova ganhávamos um kit de ferramentas com uma bomba de plástico que mal servia para uma única vez, não demorava a rachar no meio, mesmo assim, depois de o filho muito insistir, ainda tentamos recuperá-la e passamos o maior vexame, fazendo uma força gigantesca para que entre um pequeno suspiro na câmera de ar. Não demoramos a desistir.

O pior é que esse tipo de equipamento não é fácil de encontrar nas esquinas e, quando encontramos em alguma bicicletaria ou loja de R$1,99, geralmente são muito mal construídos, importados da China com uma qualidade sofrível, desmanchando-se literalmente nas mãos.

Já tentei um mini compressor de plástico para ser conectado na tomada do carro, uma parafernália cheia de fios tão delicados que podem arrebentar facilmente. A traquitana vibra tanto que deveria ser indicada para outras funções bem menos nobres (claro que dependendo do ponto de vista de quem as usa), mas com tanto movimento e barulho, dá a impressão que vai explodir antes de completar a missão. Outro problema é equilibrar a bicicleta ao lado do carro enquanto a gente vigia o aparelho. Como o único disposto a ajudar é o garoto ansioso por pedalar, não é difícil esfregar a bicicleta no carro ou dar uma afundada na lataria.

Ontem, visitando uma loja da Decathlon recém inaugurada na cidade, me deparei com uma bomba de ar que é o sonho de todo pai e de qualquer um que já se esgoelou tentando encher um pneu de bicicleta, a Clever 7000, importada com qualidade de alto padrão. O preço é salgado, R$130 paus, quase o preço de uma outra bicicleta, mas garanto, vale cada centavo.

Bastou plugar no bico, dar umas bombadas e conferir a pressão no manômetro. Juro, funciona. Tão fácil, como deveria ser sempre, se o consumidor brasileiro fosse realmente levado à sério e a indústria nacional resolvesse fazer coisas de qualidade.

Corra e compre a sua. A minha, não empresto.

Tudo na nuvem…

Pois é, seguindo o raciocínio do tópico anterior, dá pra ver que o Google não está para brincadeira, nessa semana foi lançado o Chrome OS para notebook. O vídeo explicativo, mesmo para quem não entende inglês, é esclarecedor.

A evolução está só começando, não duvido que em muito pouco tempo o Chrome irá abocanhar um espaço gigantesco na preferência dos sistemas operacionais.